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Smartphones flexíveis não são exatamente uma novidade, e telas 3D também estão longe de chamar a atenção de muita gente nos dias de hoje. Mas e se você pudesse ter um celular com tela flexível e, ao mesmo tempo, pudesse ver imagens tridimensionais nele continuamente sem precisar usar nenhum tipo de óculos?

É num aparelho como esse que o pessoal da Queen’s University, no Canadá, está trabalhando. Eles conseguiram combinar essas duas capacidades em um só dispositivo, chamado HoloFlex, de uma forma bem criativa e única.

Arranjo da tela

Para começar, eles usaram como base um display OLED flexível tradicional, mas alteraram a forma como o padrão das imagens é reproduzido. Em vez de um arranjo comum, tudo é representado a partir de círculos formados por 12 pixels.
Isso tornou a resolução da tela utilizada, que era Full HD, em míseros 160x104 pixels, mas existe uma boa explicação para tal. A parte da proteção de vidro da tela é coberta de pequenas lentes olho-de-peixe que, combinadas aos “pixels redondos” do display, geram as imagens tridimensionais a partir de qualquer ângulo que a pessoa esteja olhando.
O vidro da tela é coberto de pequenas lentes olho-de-peixe
Com isso, não é necessário utilizar nenhum tipo de óculos polarizador para perceber o efeito e uma quantidade indefinida de pessoas pode observar a tridimensionalidade ao mesmo tempo, uma vez que as imagens não seguem o movimento do rosto de uma só pessoa através de um sensor, como acontece no Nintendo 3DS.

Quando chega?

Naturalmente, esse produto é apenas um protótipo bem primitivo e, caso a tecnologia receba mais investimentos e acabe sendo produzia comercialmente, é possível que as lentes da tela sejam miniaturizadas e a resolução possa ser melhorada para os padrões atuais. Mesmo assim, não há como dizer quando algo assim possa chegar ao mercado internacional.
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Os celulares com preço até R$ 500 continuam sendo os preferidos dos brasileiros. De acordo com um estudo da consultoria Kantar, eles respondem por 46% das vendas de celulares no Brasil. Os "baratinhos", no entanto, estão perdendo participação de mercado ano após ano. Enquanto isso, os telefones com valores até R$ 1,5 mil tiveram crescimento na passagem de 2014 para 2015.
Até R$ 500
Mais vendidos, os celulares de até R$ 500 estão aos poucos se tornando uma raridade. O Lumia 435, com Windows Phone, ainda é vendido abaixo deste patamar. Já o Redmi 2 e o Moto E 2, dois notáveis suspeitos quando o cliente busca um smartphone mais acessível, são listados em lojas online por preços mais próximos dos R$ 600.
Preço médio de smartphones no Brasil (Foto: Divulgação/Kantar)
Em 2013, 56% dos aparelhos vendidos no Brasil estavam nesta faixa de preço. A participação de mercado caiu para 48% em 2014 e ainda mais, para 46%, no ano passado.
R$ 501 a R$ 1 mil
Os telefones com preço de R$ 501 a R$ 1 mil passaram de 31% do mercado em 2014 para 43% no ano seguinte. Em 2015 houve um leve recuo, com os dispositivos intermediários totalizando 41% do mercado.
LG K10 (Foto: Ana Marques/TechTudo)
LG K10 (Foto: Ana Marques/TechTudo)
Nesta categoria aparece o idolatrado Moto G 3, smartphone que – segundo os comentários no mercado –deve ganhar uma atualização na semana que vem, com a chegada do suposto Moto G 4 e Moto G 4 Plus. A Samsung também marca presença neste segmento com o Galaxy J1. No limite do preço, a LG vende o LG K10 por R$ 999 – com direito a dual chip.
R$ 1.001 a R$ 1,5 mil
Segundo a Kantar, os telefones na faixa entre R$ 1.001 e R$ 1,5 mil atraem uma parcela pequena, porém crescente da população. O total de telefones enquadrados nesta categoria passou de 9% em 2013 para 10% em 2015, com uma breve queda em 2014 (8%).
Nesta faixa são encontrados alguns dos smartphones mais interessantes do momento. O Moto X Play tem bateria gigante, de 3.630 mAh. A Asus, por sua vez, conseguiu equilibrar custo e benefício com o Zenfone 2 com memória RAM de 4 GB. O processador é Intel Atom, que deixa a desejar em desempenho.
Xperia M4 Aqua chama a atenção por ser resistente a água. Embora esta característica seja encontrada em outras opções de smartphone, ela faz parte inclusive do nome do dispositivo. Já a Samsung tem o Galaxy S5 Duos New Edition, um S5 com especificações repaginadas, mas a mesma tela de 5,1 polegadas e tecnologia Super AMOLED.
Xperia M4 Aqua possui proteção contra mergulhos assim como o Moto G (Foto: Carol Danelli/TechTudo) (Foto: Xperia M4 Aqua possui proteção contra mergulhos assim como o Moto G (Foto: Carol Danelli/TechTudo))Xperia M4 Aqua possui proteção contra mergulhos assim como o Moto G (Foto: Carol Danelli/TechTudo)

Mais de R$ 1.501
No lado do Android, a Samsung aposta no Galaxy S7 e noGalaxy S7 Edge – eles foram lançados neste ano, durante a feira de celulares de Barcelona, MWC 2016. Entre as novidades está a memória RAM de 4 GB (o dobro do iPhone; embora a Apple não precise de tanta memória para ter um sistema com bom desempenho).Para além dos R$ 1.501, a procura ainda é pequena, mas crescente. Os telefones mais caros e também com características mais top de linha respondiam por 5% do mercado em 2013. O total caiu para 4% em 2014 e voltou a subir para 6% no ano passado. Mais notável dentre os smartphones nesta categoria, o iPhone 6S e o iPhone 6S Plus têm uma das melhores câmeras do mercado. O iOS tem desempenho sem travamentos.
Assista abaixo ao vídeo do lançamento do Galaxy S7 e saiba tudo sobre o iPhone 6S.

Fim da Lei do Bem
Uma vez que os celulares mais baratos estão deixando de ser comprados, é importante ressaltar que o fim da Lei do Bem fez com que as fabricantes subissem os preços dos smartphones. Desde dezembro de 2015, os celulares e outros itens de tecnologia deixaram de ser isentos do PIS/Cofins.
No caso dos smartphones, a alíquota passou de 0% para 3,65% para as empresas com lucro presumindo, sem abater créditos; e de 0% para 9,65% para as empresas com lucro real, que podem abater créditos. As informações são do site G1.

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Durante um evento especial, a NVIDIA finalmente revelou ao mundo os detalhes da novíssima GeForce GTX 1080, a substituta da GTX 980.


Durante a apresentação, após exibir uma demonstração de alguns jogos atuais rodando em qualidade máxima e com desempenho insano, Jen-Hsun Huang, CEO da NVIDIA, revelou que todos os gráficos estavam sendo processados em tempo real pela GTX 1080.
Trata-se de um produto que foi desenvolvido durante anos, que envolveu milhares de funcionários e custou bilhões de dólares (um valor tão alto que dava para visitar Marte). O resultado é uma placa de vídeo que apresenta desempenho superior ao que é obtido em uma configuração SLI de duas placas GeForce GTX 980.
A GeForce GTX 1080 é duas vezes mais poderosa do que a GTX TITAN X
Só isto já seria uma performance absurda, mas Huang fez questão de mencionar que o novo produto da NVIDIA é capaz até mesmo de entregar o dobro de performance gráfica da incrível GTX TITAN X em RV. Além desse avanço em gráficos, a fabricante ainda conseguiu otimizar o chip para entregar três vezes a performance energética. Confira as especificações completas:

Especificações GeForce GTX 1080

  • CUDA Cores: 2560
  • Clock Base: 1.607 MHz
  • Clock Boost: 1.733 MHz
  • Poder computacional: 9 TFLOPs
  • Memória: 8 GB GDDR5X
  • Velocidade da memória: 10 Gbps
  • Interface da memória: 256-bit
  • Largura de banda da memória: 320 GB/s
  • Tecnologia: Multi-Projection, VR Ready, NVIDIA Ansel, NVIDIA SLI Ready, NVIDIA G-SYNC Ready, NVIDIA GameStream Ready, NVIDIA GPU Boost 3.0, DirectX 12, Vulkan, OpenGL 4.5
  • Sistema: Windows 7, Windows 8, Windows 10, Linux, FreeBSDx86
  • Resolução máxima: 7680x4320 pixels @ 60 Hz
  • Displays: DP 1.4, HDMI 2.0b, DL-DVI
  • Temperatura máxima de funcionamento: 94°C
  • Consumo de Energia: 180 watts
  • Fonte recomendada: 500 watts
  • Dimensões (C x A x E): 26,67 x 11,11 x 2-slots
  • Preço: US$ 599
Gostou das especificações? A NVIDIA promete um desempenho impecável em qualquer jogo da atualidade com todas as configurações habilitadas e em resoluções elevadas. A promessa é de que esta seja a placa perfeita para realidade virtual. A GeForce GTX 1080 chega para o consumidor no dia 27 de maio.
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O Xbox One será produzido no Brasil, segundo um registro do console no site da Anatel, a Agência Nacional de Telecomunicações. É possível ver no site da empresa uma imagem com o símbolo da Anatel na caixa e a mensagem “Fabricado no Brasil”. O aparelho será lançado oficialmente em 22 de novembro em território nacional, por R$ 2.199.
Fotos da Anatel indicam Xbox One produzido no Brasil (Foto: Reprodução)
Fotos da Anatel indicam Xbox One produzido no Brasil (Foto: Reprodução)
A fabricação nacional explicaria a grande diferença de preço entre o console da Microsoft e o da concorrente direta Sony, o PlayStation 4, que será importado para o Brasil e vendido por R$ 3.999. Nos Estados Unidos, o Xbox One custa US$ 500 (por volta de R$ 1.090), mais caro que o PlayStation 4, que custa US$ 400 (em torno de R$ 870).
O modelo vendido no Brasil, homologado pela Anatel, incluirá o console Xbox One, um joystick, o novo periférico de captação de movimentos, Kinect 2.0, um cabo HDMI para conectá-lo à TV e um headset para uso em chat e jogos.
Tanto o Xbox 360 quanto o PlayStation 3 são atualmente fabricados no Brasil, o que garante a ambos um preço mais acessível para o mercado nacional. A Sony já demonstrou interesse em produzir o PlayStation 4 no país futuramente, mas no momento a única fábrica do console é a da Foxconn na China.
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